domingo, 11 de fevereiro de 2018

AUTO RETRATO

EU REALMENTE > GOSTO DE MIM!


AUTO RETRATO
EU GOSTO DE MIM! ....

BIOGRAFIA

Neca Machado (Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas por 11 Países (Europa, Oceania, América do Sul) 2016, classificada  em 2016  na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso Urbs,  classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 10 obras lançadas em Portugal em 2016 e 2017, Autora independente da Obra Mitos e Lendas da Amazônia, Estórias da Beira do Rio Amazonas, publicada em 02 edições em Portugal em 2017, edição limitada, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)




Aprendi a GOSTAR DE MIM...




(Aprendi que GOSTAR DE MIM, é não fingir aos outros que gosto deles.)

Gosto de mim, quando me dou presentes, não espero ganhar dos outros.

Gosto de mim, quando estou ausente...
Das hipocrisias cotidianas.
Gosto imensamente de mim, quando não tenho regras
A serem cumpridas por imposições,
Gosto de mim, quando contemplo o Mar



Sem limites, sem horizontes,
E vago em minhas velas imaginarias sem destino.
Gosto de mim ao passar em uma florista
E escolher a flor do dia, pode ser uma Tulipa, uma Rosa...
Para debruçar-me sobre sua beleza e lhe dedicar um poema feito ao acaso.


Gosto de mim, sem modismos,
Gosto de mim, sem o inconformismo convencional,
Sou verdadeiramente intensa e irrequieta com padrões medíocres.
Gosto de mim procurando rotas de um rio
Gosto de mim ao contemplar no mar, ondas bravias a bater em pedras pujantes.
E que depois das ondas no seu bailar, continuam intactas e soberbas.

Gosto de mim, ao escolher minha música preferida
Sem dividir com medíocres seus gostos insanos.
Gosto de mim, ao sorver um Tawny sem pressa
Numa taça translucida de desejos.


Gosto de mim, ao passear em belos jardins europeus. E amo contemplar a florada das Hortensias, Camélias, e Tílias.

Este sim, é um verdadeiro gostar.


Gosto de mim, quando me delicio com morangos e Nectarinas frescas,


E nem gosto de diamantes.
Gosto de mim quando vou a um verdadeiro mercado de sabores do mar, e posso escolher meu pedaço de Salmão fresco, que será somente presenteado com sal do Algarves e gotas de limão siciliano, e depois adormecido em manteiga com sal.



SOU ASSIM!
GOSTO DE MIM!
GOSTO DE MIM, SEM PRESSA, SEM PINTURAS, SEM RETOQUES, SEM FRESCURAS....

Gosto de mim, ao ir a um lançamento em Lisboa de uma obra onde sou coautora com tantos mestres e doutores, sim, fizeram doutorado e na Europa.


Gosto de mim.... Quando me debruço sobre a história ao visitar Museus e suas exposições originais, caminhando sobre as telas e dividindo com o autor a sensação de descobrir novos universos dentro das artes.
Gosto de mim, quando volto a infância e revejo na lembrança meus belos cachos de menina afro.
E gosto de mim quando na velhice posso usa-los de novo sem medo.
Gosto de mim, quando desprezo olhares insignificantes e críticos, que nada me comovem ou me tocam, ou me acrescentam.

E gosto de meus olhos da cor de mel, com pouco de fel, quando servem para observar hipócritas e medíocres.
Gosto de mim, com poucos segredos.

Gosto de mim, ao pôr do sol,
Ao amanhecer
Ao anoitecer....




Gosto de mim ao fazer um poema sem a pretensão de satisfazer algum leitor.

Gosto de mim em RETRATOS EM PRETO E BRANCO.



GOSTO DE MIM, QUANDO QUERO VIAJAR, amo viajar para bem longe...



Só lamento não ter dinheiro para ir a lugares que desejo,
Mas, já gosto de mim o suficiente quando cheguei a muito Países pelo mundo.
Gosto de mim ao sentar em um aeroporto e escutar tantas línguas diferentes.
E meu olhar sorri internamente, e digo, gosto de mim, porque estou aqui.
Gosto do barulho de um motor de avião, porque ele poderá me levar a tantos lugares que amo.

Gosto de mim ao caminhar na orla do Douro e não ver ninguém que enxergava antes.




Gosto do gosto do anônimo na minha reta.
Gosto de mim, sem medo.
Gosto de mim com meus segredos, que não compartilhei,
E não vou compartilhar,
Aprendi que o tempo, me deu discernimento, não demência.
Gosto de mim, sem pedir piedade,
Gosto de mim, quando não recebo esmolas,
Gosto de mim, quando me ergo altiva, mesmo com meio século de vivencia.
Gosto de mim, quando tiro da dor, experiência.
Gosto de mim, quando, não quero mais chorar,
Gosto de mim, quando não mais preciso implorar...
Gosto de mim, na minha presença,
Gosto de mim, na minha ausência,
Gosto de mim, sem clemencia,
Gosto de mim, quando não sou SOMBRA.
E gosto de mim, quando deixei de idolatrar medíocres e lixos.
E no auto- retrato de tantos artistas famosos que já contemplei PELO MUNDO.
Faço meu AUTO RETRATO, sem telas ou tintas...
GOSTANDO VERDADEIRAMENTE DE MIM.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

CULTURA LUSA

CULTURA É ESSENCIAL NA VIDA (Neca Machado)


 CULTURA É ESSENCIAL


CULTURA É CRESCIMENTO INTELECTUAL


CULTURA É PODER




DICAS DE VIAGEM POR NECA MACHADO-AMAZONIA


“UM PASSEIO CULTURAL POR PORTUGAL”


NM
(Neca Machado)
BIOGRAFIA

Neca Machado (Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas por 11 Países (Europa, Oceania, América do Sul) 2016, classificada  em 2016  na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, de novo em 2017, Concurso Urbs,  classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, de novo em 2017. Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 15 obras lançadas em Portugal em 2016 e 2017, Autora independente da Obra Mitos e Lendas da Amazônia, Estórias da Beira do Rio Amazonas, publicada em 02 edições em Portugal em 2017, edição limitada, Coautora na obra lusa, lançada em Lisboa em 09.09.2017, A Vida em Poesia, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)



Visitar Portugal é fazer um verdadeiro passeio cultural, em cada cidade, em cada lugar, existe uma história, existe uma descoberta milenar de fatos, dados, imagens, eventos, que proporcionam ao visitante, momentos singulares de um Pais cultural, na essência, na arquitetura e na sua amplitude cultural e histórica.

Nas cidades do Porto e Lisboa a cultura se integra e se irmana desde as Igrejas, até Museus e Castelos centenários.



Visitar o MUSEU DE SERRALVES, é um belo presente que o visitante recebe, além do crescimento cultural.



“O projeto do Museu de Serralves, da autoria do arquiteto Álvaro Siza, teve início em 1991. Em 1999, foi inaugurado o novo edifício, harmoniosamente integrado na envolvente urbana e nos espaços preexistentes dos jardins, do Parque e da Casa de Serralves.

Além das exposições patentes, o visitante do Museu de Serralves descobre as particularidades dos espaços que compõem esta obra arquitetónica dotada da versatilidade e capacidade de transformação indispensáveis para dar resposta à diversidade e à imprevisibilidade da arte contemporânea aqui exposta.


(Tive o prazer de visitar a Exposição INCERTEZA VIVA.) Neca Machado








INCERTEZA VIVA: UMA EXPOSIÇÃO A PARTIR DA 32ª BIENAL DE SÃO PAULO
DE 01 JUL 2017 A 18 FEV 2018
Gabriel Abrantes, Jonathas de Andrade, Sonia Andrade, Cecilia Bengolea /Jeremy Deller, Alicia Barney, Lourdes Castro, Öyvind Fahlström, Priscila Fernandes, Carla Filipe, Leon Hirszman, Grada Kilomba, Lais Myrrha, Vídeo nas Aldeias, Bárbara Wagner / Benjamin de Burca. 

Depois da bem-sucedida parceria com a Bienal de São Paulo em 2015, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta uma nova exposição a partir da mais recente edição da Bienal com o título "Incerteza viva: Uma exposição a partir da 32ª Bienal de São Paulo”.
32ª Bienal de São Paulo realizou-se entre setembro e dezembro de 2016 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, em São Paulo, no Brasil, e reuniu aproximadamente 90 artistas e coletivos, entre eles os portugueses Gabriel Abrantes, Lourdes Castro, Priscila  Fernandes, Carla Filipe e Grada Kilomba. 
Com projetos de 14 artistas e coletivos, a exposição é uma realização da Fundação Bienal de São Paulo em colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Organizada tendo em vista um entendimento comum sobre a importância das relações entre Brasil e Portugal no plano artístico, a iniciativa procura ampliar o impacto e a abrangência da Bienal e evidencia o compromisso de ambas as instituições com a difusão da arte contemporânea a nível global.  
A 32ª Bienal de São Paulo foi comissariada por Jochen Volz, juntamente com os co-curadores Gabi Ngcobo, Júlia Rebouças, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoag. Em Serralves, a exposição resulta de um diálogo entre Jochen Volz e o diretor adjunto do Museu de Serralves, João Ribas, e foi reconfigurada de acordo com o contexto único do Parque e do Museu. As obras apresentadas – pinturas e esculturas, vídeos e instalações – condensam os principais conceitos da exposição que se realizou no Brasil, nomeadamente uma reflexão sobre as atuais condições de vida e as estratégias presentes na arte contemporânea para acolher ou habitar a incerteza.
Para a apresentação no Parque de Serralves foram encomendados cinco pavilhões a ateliês de jovens arquitetos do Porto (depA, Diogo Aguiar Studio, Fahr, fala atelier e Ottotto). Estas estruturas, distribuídas por vários locais do Parque, vão apresentar obras de Gabriel Abrantes, Jeremy Deller / Cecilia Bengolea, Priscila Fernandes, Barbara Wagner / Benjamim de Burca e Jonathas de Andrade. Ainda no Parque, Carla Filipe irá apresentar uma obra construída a partir da recolha de plantas comestíveis não-convencionais (PANCS), Alicia Barney mostrará o Vale de Alicia e estará também patente uma obra sonora de Öyvind Fahlström. No Museu, serão mostradas obras de Lais Myrrha, Lourdes Castro, Vídeo nas Aldeias, Leon Hirszman, Grada Kilomba e uma instalação de Sonia Andrade na Galeria Contemporânea.
Esta segunda apresentação da Bienal de São Paulo em Serralves será acompanhada por um catálogo amplamente ilustrado com imagens de todas as obras em exposição. Inclui textos do curador Jochen Volz, da co-curadora Júlia Rebouças e de João Ribas, diretor adjunto e curador sénior do Museu de Serralves. Contém ainda informação detalhada sobre os pavilhões especialmente encomendados para a mostra no Parque de Serralves e entrevistas aos arquitetos conduzidas por João Ribas. 





(FOTOS- NECA MACHADO)


A exposição organizada pela Fundação Bienal de São Paulo em parceria com Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto é comissariada por Jochen Volz, curador da 32ª Bienal de São Paulo, com os co-curadores Gabi Ngcobo, Júlia Rebouças, Lars Bang Larsen e Sofía Olascoaga e João Ribas, Diretor adjunto e curador sénior do Museu.

NECA MACHADO VENDE A PREÇO DE BANANA UM SITIO NO CORAÇÃO DE MACAPÁ, 1200...

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

E AGORA?

HAROLDO ABDON - NOTA 10

VAI TOMAR NO TACACÁ!



·        Esse vai dar o que falar!

·        JÁ CHEGOU SOLTANDO OS CACHORROS.
·        HAROLDO ABDON É SEU NOME!



VAI UM TACACÁ DA NECA AI?


·        Nem sentou direito na cadeira que ocupou com a saída da ex Mira Rocha, Abdon, vai fazer história na Assembleia Legislativa do Amapá.
·        Já foi para a comissão de ética, Pode?
·        Pode e deve trazer a população o lixo que jogam para debaixo do tapete.


·        QUESTIONA o valor de 3 milhões para uma reforma que segundo ele, vai custar 11 milhões.

·        E AGORA?

·        HORA DA POPULAÇÃO MUDAR, HORA DE TROCAR, HORA DE NOVOS DEPUTADOS, E HORA DE FISCALIZAR.


·        Prédio que não tem sequer um espaço para divulgar suas ações, os banners ficam pendurados no lado de fora, uma vergonha.
·        Tem que falar mesmo, tem que mostrar o que tá errado, é só observar o número de deputados e ex com CONDENAÇÕES.


·        NOTA 10 PARA HAROLDO ABDON.